terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
Desemprego
Postado por Yuri Montanini às 15:29 0 comentários
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domingo, 29 de março de 2009
Grande Amor
Postado por Yuri Montanini às 09:29 7 comentários
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sábado, 28 de março de 2009

O que é o tempo senão essa batida surda de relógio lentamente ao longo do dia?
Essa batida seca e solitária que nos faz lembrar como somos medíocres, impacientes ou cruéis.
É a batida da marcha rumo a morte.
E assistimos intimamente o tique taque na mediocridade de nossos corações.
Porque é isso que somos.
Medíocres.
Postado por Plínio Lopes. às 14:32 0 comentários
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Gastrite
O médico falou: “Deu positivo!”
Não sei por quanto tempo estarei vivo
Agora eu sei que nada adianta
Mas nunca em minha vida
Eu deveria ter bebido aquela Fanta
Talvez eu não devesse ter falado
Agora, vou perder meu patrocínio
E de acordo com esse raciocínio
Pra não ser injusto ou dar desgosto
Eu vou falar também dos outros
Bebi cada veneno desgraçado!
Que acabei com a massa do meu sangue
Mirinda, Crush, Seven-up, Teen e Tang
Gatorade, Guaraná, Pepsi, Grapette
Meu bucho cada dia mais se esfola
E eu não largo a Coca-Cola
Eu sempre acreditei ser elegante
Não beber água, só beber refrigerante
O padre disse: “Não é pecado”
Mas eu sei que coisa boa não me sobra
Bebendo essas gororobas...
Cachaçaaaaaaaa!!!!
Postado por Yuri Montanini às 14:21 0 comentários
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terça-feira, 24 de março de 2009
Merda!
Postado por Yuri Montanini às 15:46 0 comentários
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Ai, que maxêza!
Hoje eu presenciei uma cena tão divertida quanto patética. Na verdade, o que ocorreu foi uma daquelas demonstrações de masculinidade típicas de machos de respeito, daqueles que sabem que esse negócio de cérebro é coisa de mulherzinha. Eu me senti na selva, em meio a um ritual exibicionista que definiria, de uma vez por todas, o macho alfa do bando.
Estávamos eu e meus amigos no pátio da faculdade, batendo aquele papo descontraído e maroto, como de costume. Não mais que de repente, ouvem-se assobios jocosos vindos do céu. Ao olharmos para cima, vemos que o exímio assobiador é, na verdade, Douglas Headslammer, arqui-inimigo de Little Rusty {[(nomes fictícios)]}, membro de nossa turma.
Logo cria-se um clima de tensão no ar, e comentários brotam como joio em nosso meio. Little Rusty e os nossos amigos mais esquentados, digo, sedentos de sangue, já começam a dar indícios de que o caldo vai entornar. Caldo entornar é o caramba! Coisa de viado... O pau é que vai comer mesmo! E os comentários evoluíram para gritos de batalha, chamando Douglas Headslammer pra briga – se é que ele teria coragem.
Acho válido descrever um pouco da história de ódio entre Headslammer e Rusty. É coisa simples. Simples como um macho de verdade gosta. Aquela velha história de neguinho que passa e encara e, uma vez que o “encaramento” é recíproco, está instaurada a rivalidade. Tudo por causa de camisetas de torcidas organizadas rivais... Sim, aquele filme que você já deve ter visto.
As rusgas e pequenos comentários aumentam com o passar dos dias, semanas, meses... Então a colisão frontal é inevitável. E eu tive o orgulho de presenciar o dia da grande colisão. Infelizmente – e posso estar decepcionando o leitor – a porrada não comeu. Ainda sim, eu tive o prazer de assistir, de camarote, aquele diálogo amável digno de Conan e Hulk.
Bate-boca vai, bate boca vem... O velho papo de “não quero brigar na universidade pra não queimar meu filme, mas lá fora...” blá blá blá. Aí veio o ápice da conversa: “VOCÊ MORA NO BRONX?” huiahoiauhuaioha! Traduz-se: “você mora no centro?” Cara, isso já valeu meu dia. Uma verdadeira explosão de testosterona. Infelizmente, a história resumiu-se a ameaças e gesticulações, mas como o leitor pôde perceber, rolou praticamente uma ameaça de invasão a domicilio.
É por essa razão que eu sou completamente a favor de torcidas organizadas. Sem elas, não existiriam esses momentos preciosos na vida de um gordo hedonista como eu.
Isso é que é ser macho.
Postado por João Lemmos às 17:28 2 comentários
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domingo, 15 de março de 2009
Romantismos
Postado por Yuri Montanini às 11:11 0 comentários
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quinta-feira, 12 de março de 2009
O maluco do avião
Os fantasmas e amigos imaginários frequentadores do JornHaw devem ter acabado de ouvir na televisão a respeito do avião que acabou de cair no estacionamento do shopping Flamboyant.
Pois saibam, amados não-leitores, que eu, um humilde funcionário de um hangar em Goiânia, sou testemunha ocular do maluco. Eu estava em uma sala quando, de repente, vem uma funcionária afobada falando de um piloto aloprado dando rasantes perto do hangar e do Aeroporto Santa Genoveva. E, de fato, eu havia visto esse avião voar bem baixo perto de onde eu estava.
Atrás do avião havia um helicóptero e um tucano fazendo a perseguição, e depois sumiram no mundo. O cara passou muito próximo da torre do aeroporto, inclusive, e ficou fazendo suas estripulias por quase uma hora.
Agora ele já está no inferno.
Postado por João Lemmos às 20:11 0 comentários
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sábado, 7 de março de 2009
Ordem e Progresso
Se cada ladrão fosse um soldado
Se cada corrupto fosse um canhão
Já estaríamos preparados
Pra defender na guerra a nação
Se todo mentiroso fosse feito de ouro
E cada estelionatário valesse dinheiro
Dava pra pagar toda nossa conta
Junto ao capital estrangeiro
Se toda CPI fosse de vera
Ia faltar cadeia no país
Se satanás morasse em Brasília
Seria, com certeza, aprendiz
Se político sem vergonha fosse areia
E filha da puta fosse pedra-de-mão
Dava pra fazer na Rio-Bahia
Uma nova pavimentação
Se cada ladrão fosse um soldado
E cada corrupto fosse um canhão...
Postado por Yuri Montanini às 08:52 0 comentários
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Aqui estou...
Postado por Yuri Montanini às 14:31 1 comentários
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Io sono Jovanotti!
Postado por Yuri Montanini às 15:49 3 comentários
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domingo, 15 de fevereiro de 2009
A qualquer hora
Senti o seu cheiro essa manhã e o meu corpo ardendo em febre. E lá estava ela sentada na poltrona em frente a minha cama, com as pernas cruzadas, era real. Suas mão delicadas estavam uma sobre a outra, em cima do seu joelho . Ela me encarava, com um olhar doce, piscava lentamente e pacientemente abriu sua bolsa, tirou de lá um relógio dourado e fixou seu olhar nele durante alguns segundos.
Ainda assustado, com febre, sentia meus ossos queimarem, minha carne queimar e meu coração batendo lentamente. Com dificuldades toquei com a palma da minha mão o chão frio do quarto, alívio... um pequeno alívio para, pelo menos, uma parte do meu corpo.
Comecei escutar os batuques e o teclado que aumentavam gradativamente. Meu corpo involuntariamente começou a dançar, o prazer da última dança, era isso que ele pedia. E lá estava flutuando lentamente, um alívio para minhas costas, pois o vento invadia a janela e me abraçava. E eu continuei flutuando e dançando lentamente, isso não sabia se era real, mas ela continuava na poltrona me olhando, e eu sentia desnudado com ele (o seu olhar), mas mesmo assim inexplicavelmente ele me confortava.
De repente, de sua bolsa ela puxa um cigarro e com seu isqueiro o acendeu com um estilo que poucos tem. Era tão lindo que o cigarro em sua boca parecia ser algo doce, algum manjar não descoberto pelos homens, pobres mortais.
Ela sorriu para mim e de repente caí novamente na cama. E o vento parou, a febre, a maldita febre, lembrei dela novamente. Depois de alguns minutos não sentia meu corpo e minha força tinha escorrido pelo chão do quarto. A cama parecia estar molhada e minha boca seca. Tudo foi escurecendo, lentamente, como um final de um filme mas sem música, e o olhar dela dizia: “pronto, está finalizado”. E lá se foi, levantou-se da poltrona arrumando sua bolsa, a última coisa que vi.
Postado por Leandro Gel às 23:59 0 comentários
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
http://www.youtube.com/watch?v=waHycn2AZkE
Olá,
Essa semana assisti o curioso caso de Benjamim Button. Muito curioso mesmo. O filme e todas as idéias, como por exemplo do relógio que corre ao contrário. Parece um daqueles filmes feitos sob encomenda,pra mim. Recheado de coisas que povoam meu imaginário desde a infância. O fato de você demorar dois segundos em vez de um para ler essa frase pode mudar o resto da sua vida. E principalmente que a nossa vida é determinada pelas escolhas que tomamos,mesmo as ruins. Após ver o filme em uma agradável conversa com a minha tia típica de um subúrbio respeitável,daquelas que só se faz num dessas,numa calçada meia noite, ela me diz a mesma coisa( sobre as escolhas). E hoje meu pai aleatoriamente me diz a mesma coisa também.
E como sempre eu me lembro dessa música. 'na boca em vez de um beijo um chicle de menta e a sombra de um sorriso que eu deixei numa das curvas da highway". Aonde foi que eu deixei? Gostaria que meu relógio pudesse andar ao contrário,assim como o do filme. E num determinado momento voltar a...
Postado por Plínio Lopes. às 20:53 0 comentários
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